segunda-feira, 12 de novembro de 2012

GRANDE FESTA

CULTO EM AÇÃO DE GRAÇAS A DEUS PELOS GRANDES FEITOS QUE O SENHOR TEM REALIZADO EM NOSSAS VIDAS E POR NOSSA IGREJA
"IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA RIO DE ÁGUAS VIVAS"

PR. PEREIRA, IR. RIBAMAR, PR.MAURICIO
GRUPO DE JOVENS BRILHO CELESTE
GRUPO DE JOVENS BRILHO CELESTE
KÉSSIA, FRANCYLLA, NAIRA
DAVID, KÉSSIA, RICARDO
RICARDO, DAVID, RILDO
CASAMENTO:EDIVALDO E TATIANE
TROCA DE ALIANÇAS
TROCA DE ALIANÇAS
GRUPO DE SENHORES AVIVAMENTO DA FÉ
BATISMO:TATIANE,EDIVALDO,MARIA JOSÉ
KÉSSIA E FRANCYLLA
FRANCYLLA,KÉSSIA E LILIAN

GRUPO DE SENHORAS: AVIVAMENTO DA FÉ
COREOGRAFIA
COREOGRAFIA
GRANDE MESTRE
FRANCYLLA,RITA,RIBAMAR,NAIRA,KÉSSIA

CASAL:FRANCYLLA E DAVID
LILIAN E MATHIAS
PR.MAURICIO
PR.MAURICIO E ESPOSA

KÉSSIA E NAIRA
ESTER, FRANCIELE, RITA.

E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.(ATOS 4:32)







segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MENORAH



O candelabro de sete braços encontra-se ligado à cultura judaica, em Êxodo cap. 25 do livro de Êxodo, do antigo testamento. Lá, encontra-se o detalhamento de uma peça desse tipo a ser confeccionada para o templo, sobre a qual repousaria o Espírito de Deus, de forma que o mesmo é conhecido pelo nome de Menorah.
O menorah dentro do Santo Lugar do tabernáculo era uma obra de beleza extraordinária e consistia em três partes principais: a base, a haste principal e as hastes filiais. Acima da base surgia uma haste vertical e dos dois lados desta haste, saíam três hastes filiais que se encurvam para o lado e acima. Cada uma das seis hastes filiais e a haste central terminavam em um pote feito em forma de uma flor de amêndoa aberta. No mesmo topo as pétalas abertas da flor seguravam uma luminária de óleo. Foram decoradas habilmente a haste central as filiais com aquele mesmo desenho de flor de amêndoa abertos com três em cada haste e quatro na haste central.
A decoração era tão primorosa e detalhada, que Deus ordenou que somente artesãos altamente qualificados e ungidos pelo Espírito Santo poderiam fazer isto. Deus descreve para Moisés como seria essa peça de Ouro veja:
Êxodo 25 – 31;37
“ Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pé, as suas hastes, os seus copos, os seus botões, e as suas flores serão do mesmo. E dos seus lados sairão seis hastes; três hastes do candelabro de um lado dele, e três hastes do outro lado dele. Numa haste haverá três copos a modo de amêndoas, um botão e uma flor; e três copos a modo de amêndoas na outra haste, uma maçã e uma flor; assim serão as seis hastes que saem do candelabro.

Mas no candelabro mesmo haverá quatro copos a modo de amêndoas, com seus botões e com suas flores; E um botão debaixo de duas hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; assim se fará com as seis hastes que saem do candelabro. Os seus botões e as suas hastes serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro. Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para iluminar defronte dele.
Nenhuma medida é determinada acerca do seu tamanho exato (quem pode medir a luz de Deus?). As sete luminárias de óleo que descansam nas pétalas de flor estavam como pequenos potes. Uma linha ou pavio de linho eram colocados na luminária, e o fogo nunca poderia apagar (Lv. 24:2).

1 Revelação do Mistério

Depois de toda essa explicação sobre o Candelabro vem a revelação do que seria exatamente os Sete Candelabro de Ouro, eles representam as Sete Igrejas da Ásia. Em Daniel 2.22 diz que “Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.” , e assim se fez foi revelado para nós o que significa os candelabro em Ap 1.20 “O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas.”, outro detalhe interessante é que haviam outras igrejas estabelecidas exemplo: Jerusalém, Antioquia da Síria, Colossos, Tessalônica, Roma, Filipos etc.
1.1 Tipos, simbolos e figuras da igreja
Assembléia dos Santos – Sl 89.7
Lavoura de Deus – 1Co 3.9
Rebanho de Cristo – Jo 10.16
Cidade Santa – Ap 21.2
Vinha – Jr 12.10
1.2 – Sete características nas cartas às Igrejas Ap1,.3
Um Destinatário
Uma autodesignação
Elogio e/ou repreensão
Uma Exortação
Promessa`aqueles que vencerem
Você pode observar que o Senhor trata individualmente tanto corrigindo, elogiando e prometendo algo especifico para cada uma dessas igrejas, veja os casos abaixo.

Éfeso: a igreja que trabalha, era ortodoxa, esforçada  (Ap 2 1-7).

Éfeso significa “desejado” essa igreja abandonou o primeiro amor, ela conscientemente abandonou o AMOR, ou seja, deixou de praticar o AMOR AGAPE. Éfeso estava num ambiente de paganismo, pecado, idolatria e adoração de demônios. A promessa para esse igreja é comer da árvore da Vida. (Ap 2.7 “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.”)

Esmirna: a atribulada.

Esmirna significa “Cheiro suave”, era vitima de ódio e fúria do inimigo, perseguida e sofredora. A promessa feita para essa igreja é que não sofreria a segunda morte.

Pérgamo: A igreja descuidada.

Pergamo significa “elevado” por sofre influencia maligna Pergamo estava situada onde satanás habita, seguia doutrinas nicolaitas, praticas imorais e idolatria. Promessa de recompensa do maná escondido e um novo nome (pedra branca).

Tiatira: a permissiva.

Tiatira significa “sacrifício continuo”. O Senhor conhecia sua obras, seu amor, serviço, perseverança, e por fim as últimas obras eram maiores que as primeiras. Permitia o espirito de Jezabel, ou seja, mente, seduz e engana para conquistar e corromper pela prática da imoralidade. Promessa receberá autoridade sobre as nações.

Sardes: a morta.

Sardes significa “Pedra preciosa, remanescente”, na igreja de Sardes tinha 3 tipos de pessoas: Mortas – pessoas que não querem fazer exatamente nada dentro da igreja. Moribundos (morrendo) e os Vivos. Eu vejo um detalhe nessa igreja de Sardes, os membros dessa igreja em dois estágios contaminantes mortos e morrendo, nesse caso os vivos dessa igreja correm um certo risco de serem contaminados. Promessa: Vestes brancas um nome inapagável que será confessado pelo Senhor.

Filadélfia: tem autoridade de evangelização.

Filadélfia significa “amor fraternal”. Essa é a igreja fiel de porta aberta para a evangelização. Filadélfia possuía poucos recursos  e mesmo assim guarda a palavra e não nega o Nome do Senhor. Promessa: Seria protegida da hora da tribulação.

Laodicéia: a que supre a satisfação pessoal e carências eternas.

Laodicéia significa “direito do povo” essa era insensível as coisas espiritual, deixando de lado as coisas eternas. Laodicéia expulsado Cristo literalmente, tanto é que o Senhor diz “eis que estou a porta e bato”. Promessa ao que vencer sentar-se-á no trono de Cristo, (AP 20.4 – Mt 25.31).
E chegamos a  conclusão, essas coisas que João diz sobre as igrejas podem servir como alerta para os dias de hoje. Todas elas começaram bem e algumas delas chegaram a um estagio deplorável, a ponto de o Senhor dizer para uma delas que vomitaria. Temos que ficar atento e observar como igreja no sentido individual da palavra e consertar e ficar firmes e perseverantes até o fim para obtermos as promessas.

http://www.universidadedabiblia.com.br/os-sete-candelabros-de-ouro-menorah/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+universidadedabblia+%28Universidade+da+B%C3%ADblia%29

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A fé cristã

A FÉ CRISTà
I- Definição da Palavra A simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso. A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como “uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras”. A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.

II- A Fé no AT A atitudes para com Deus que no NT a fé nos indica, é largamente designada no AT pela palavra “temor”. O temor está em primeiro lugar que a fé; a reverência em primeiro lugar que a confiança. Mas é perfeitamente claro que a confiança em Deus é princípio essencial no AT, sendo isso particularmente entendido naquela parte do AT, que trata dos princípios que constituem o fundamento das coisas, isto é, nos Salmos e nos Profetas. Não es está longe da verdade, quando se sugere que o “temor do Senhor” contém, pelo menos na sua expressão, o germe da fé no NT. As palavras “confiar” e “confiança” ocorrem muitas vezes; e o mais famoso exemplo está, certamente, na crença de Abraão (Gn 15.6), que nos escritos tanto judaicos como cristãos é considerada como exemplo típico de fé na prática. 

III- A Fé, nos Evangelhos Fé é uma das palavras mais comuns e mais características do NT. A sua significação varia um pouco, mas todas as variedades se aproximam muito. No seu mais simples emprego mostra a confiança de alguém que, diretamente, ou de outra sorte, está em contato com Jesus por meio da palavra proferida, ou da promessa feita. As palavras ou promessas de Jesus estão sempre, ou quase sempre, em determinada relação com a obra e a palavra de Deus. Neste sentido a fé é uma confiança na obra, e na palavra de Deus ou de Cristo. É este o uso comum dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.29; 13.58; 15.28; Mc 5.34-36; 9.23; Lc 17.5,6). Esta fé, pelo menos naquele tempo, implicava nos discípulos a confiança de que haviam de realizar a obra para a qual Cristo lhes deu poder; é a fé que opera maravilhas. Na passagem de Mc 11.22-24 a fé em Deus é a designada. Mas a fé tem, no NT, uma significação muito mais larga e mais importante, um sentido que, na realidade, não está fora dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.2; Lc 7.50): é a fé salvadora que significa salvação. Mas esta idéia geralmente sobressai no quarto evangelho, embora seja admirável que o nome “fé” não se veja em parte alguma deste livro, sendo muito comum o verbo “crer”. Neste Evangelho acha-se representada a fé, como gerada em nós pela obra de Deus (Jo 6.44), como sendo uma determinada confiança na obra e poder de Jesus Cristo, e também um instrumento que, operando em nossos corações, nos leva para a vida e para a luz (Jo 3.15-18; 4.41-53; 19.35; 20.31, etc). Em cada um dos evangelhos, Jesus proclama-Se a Si mesmo Salvador, e requer a nossa fé, como uma atitude mental que devemos possuir, como instrumento que devemos usar, e por meio do qual possamos alcançar a salvação que Ele nos oferece. A tese é mais clara em João do que nos evangelhos sinóticos, mas é bastante clara no último (Mt 18.6; Lc 8.12; 22.32). 

IV- A Fé, nas Cartas de Paulo Nós somos justificados, considerados justos, simplesmente pelos merecimentos de Jesus Cristo. As obras não tem valor, são obras de filhos rebeldes. A fé não é uma causa, mas tão somente o instrumento, a estendida mão, com a qual nos apropriamos do dom da justificação, que Jesus pelos méritos expiatórios, está habilitado a oferecer-nos. Este é o ensino da epístola aos Romanos (3 a 8), e o da epístola aos Gálatas. Nos realmente estamos sendo justificados, somos santificados ela constante operação e influência do Santo Espírito de Deus, esse grande dom concedido à igreja e a nós pelo Pai por meio de Jesus. E ainda nesta consideração a fé tem uma função a desempenhar, a de meio pelo qual nos submetemos à operação do E. Santo (Ef 3.16-19). 

V- Fé e Obras Tem-se afirmado que há contradição entre Paulo e Tiago, com respeito ao lugar que a fé e as obras geralmente tomam, e especialmente em relação a Abraão (Rm 4.2; Tg 2.21). Fazendo uma comparação cuidadosa entre os dois autores, acharemos depressa que Tiago, pela palavra fé, quer significar uma estéril e especulativa crença, uma simples ortodoxia, sem sinal de vida espiritual. E pelas obras quer ele dizer as que são provenientes da fé. Nós já vimos o que Paulo ensina a respeito sa fé. É ela a obra e dom de Deus na sua origem, e não meramente na cabeça; é uma profunda convicção de que são verdadeiras as promessas de Deus em Cristo, por uma inteira confiança Nele; e deste modo a fé é uma fonte natural e certa de obras, porque se trata duma fé viva, uma fé que atua pelo amor (Gl 5.6). Paulo condena aquelas obras que, sem fé, reclamam mérito para si próprias; ao passo que Tiago recomenda aquelas obras que são a conseqüência da fé e justificação, que são, na verdade, uma prova de justificação. Tiago condena uma fé morta; Paulo louva uma fé viva. Não há pois, contradição. A fé viva, a fé que justifica e que se manifesta por meio daquelas boas obras, agradáveis a Deus, pode ser conhecida naquela frase já citada: “a fé que atua pelo amor”. 

fonte: Dicionário Bíblico Universal www.universidadedabiblia.com.br/fe

domingo, 8 de julho de 2012

Interpretação bíblica


Os 10 Princípios Básicos 
da interpretação da bíblica:
 Eis aqui os dez princípios que devem ser seguidos por quem deseja interpretar corretamente a Bíblia:

1° – denomina-se princípio da unidade escriturística. Sob a inspiração divina a Bíblia ensina apenas uma teologia. Não pode haver diferença doutrinária entre um livro e outro da Bíblia.
2° – Deixe a Bíblia interpretar a própria Bíblia. Este princípio vem da Reforma Protestante.
3° – Jamais esquecer a Regra Áurea da Interpretação, chamada por Orígenes de Analogia da Fé. O texto deve ser interpretado através do conjunto das Escrituras e nunca através de textos isolados.
4° – Sempre ter em vista o contexto. Ler o que está antes e o que vem depois para concluir aquilo que o autor tinha em mente.
5° – Primeiro procura-se o sentido literal, a menos que as evidências demonstrem que este é figurado.
6° – Ler o texto em todas as traduções possíveis – antigas e modernas.
Muitas vezes uma destas traduções nos traz luz sobre o que o autor queria dizer.
7° – Apenas um sentido deve ser procurado em cada texto.
8° – O trabalho de interpretação é científico, por isso deve ser feito com isenção de ânimo e desprendido de qualquer preconceito. (o que poderíamos chamar de “achismos”).
9° – Aprender a ler cuidadosamente o texto e fazer algumas perguntas relacionadas com a passagem para chegar a conclusões circunstanciais. Por exemplo:
a) – Quem escreveu?
b) – Qual o tempo e o lugar em que escreveu?
c) – Por que escreveu?
d) – A quem se dirigia o escritor?
e) – O que o autor queria dizer
 10° – Feita a exegese, se o resultado obtido contrariar os princípios fundamentais da Bíblia, ele deve ser colocado de lado e o trabalho exegético recomeçado novamente.

Nota:
Definição de Exegese: Guiar para fora dos pensamentos que o escritor tinha quando escreveu um dado documento, isto é, literalmente significa “tirar de dentro para fora”, interpretar.